quarta-feira, 20 de julho de 2011

NADA É SÓ BOM - A felicidade pode ser uma mercadoria ordinária, vendida e não entregue!

NADA É SÓ BOM



ELIANE BRUM

Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).

elianebrum@uol.com.br


Ao assistir ao novo filme de Arnaldo Jabor, “A Suprema Felicidade”, fiquei desesperada porque não tinha uma caneta e um bloquinho. Eu nunca ando sem uma caneta e um bloquinho. Mas assisti ao filme na abertura do Festival de Cinema do Rio, na quinta-feira (23/9), vestida para festa e com uma daquelas bolsas ridículas onde mal cabem o batom e o dinheiro do táxi. Um problema quando ouvimos uma frase realmente ótima e tudo o que encontramos para retê-la é um bastão com algum nome bizarro como “beijo fatal”. Tive de apelar para a minha péssima memória porque há no filme algumas frases imperdíveis. Daquele tipo essencial, tão boas que parecem simples e até óbvias e você quer morrer por nunca tê-las escrito. Estas frases unem as memórias do cineasta, que vão emergindo no filme do mesmo modo que as lembramos na vida – sem linearidade e só aparentemente descosturadas. Fiquei repetindo-as durante toda a sessão para mim mesma. Consegui que sobrevivessem razoavelmente ilesas. E a primeira delas é a do título desta coluna: “Nada é só bom”.

Virou meu mantra desde então. Vejo tanta gente sofrendo por aí, achando que sua vida está aquém do que deveria ser, porque tudo deveria ser só bom. Não sei quando nos enfiaram garganta abaixo esta ideia absurda de um estado de felicidade absoluta. Uma espécie de nirvana a ser alcançado em que nada mais nos perturbaria e que seríamos felizes para sempre. Na verdade, só há um jeito de isso acontecer: podemos ser felizes e mortos. Porque este estado imperturbável, imune à vida, só se alcança na morte.

Acho que a grande causa atual de infelicidade é a exigência da felicidade. É o deslocamento do lugar da felicidade para o centro da vida, como um fim a ser alcançado e a medida de uma existência que valha a pena. Se nos lembrarmos bem dos contos de fadas, o “e foram felizes para sempre” era exatamente o fim da história. Era quando o conto morria num ponto final porque não havia mais nada relevante para ser contado. Tudo o que interessava, o que nos hipnotizava e nos mantinha pedindo a nossos pais ou à professora ou a nós mesmos “de novo, conta de novo”, era o que vinha antes. O desejo, as turbulências, os avanços e recuos, os tropeços e os arrependimentos, os erros, o frio na barriga, a busca. Tudo aquilo que é a matéria da vida de todos. O que realmente importa.

Acho impressionante a quantidade de adultos pedindo um final feliz para as suas vidas, para suas histórias de amor, para o sucesso profissional. Não há nenhum mistério no final. Independentemente do que cada um acredita, o fato é que no final a vida como cada um a conhece acaba. Para viver, o que nos interessa não são os pontos finais, mas as vírgulas. Os acontecimentos do meio, o enredo entre o primeiro parágrafo e o último.

Escrevo pequenas histórias de ficção em um site de crônicas e alguns leitores se manifestam, por comentários ou por email, reclamando do desfecho. Eles me ensinam sobre esta exigência da felicidade por toda parte. Pedem, com todas as letras, “um final feliz”. Sentem-se traídos porque não dou isso a eles. Mas voltam na semana seguinte para se perturbarem com o desfecho do novo conto e reclamar mais uma vez. São adultos pedindo histórias da carochinha. E consumidores bem treinados para achar que tudo é produto de consumo.

Acham que ofereço a eles cachorro-quente. Por favor, um pouco mais de mostarda, duas salsichas, menos pimenta no molho. É muito interessante. Mas, de algum modo, algo nos meus “finais infelizes” os engata. Porque, em vez de me deixar para lá e ler algo mais “feliz”, voltam por alguma razão. Talvez descobrir se me rendi à tal da felicidade.

A ideia de felicidade como um fim em si mesmo encobre e desbota tanto a delicadeza quanto a grandeza do que vivemos hoje, faz com que olhemos para nossas pequenas conquistas, nossos amores nem sempre tão grandiloquentes, nosso trabalho às vezes chato, como se fosse pouco. Apenas porque nem a conquista nem o amor nem o trabalho é só bom. E há uma crença coletiva e alimentada pelo mundo do consumo afirmando que tudo deveria ser só bom. E se não é só bom é porque fracassamos.

Deixamos então de enxergar a beleza de nosso amor imperfeito, de nossa família imperfeita, de nosso trabalho imperfeito, de nosso corpo imperfeito, de nossos dentes imperfeitos e até de nossas taxas de colesterol imperfeitas. De nossos dias imperfeitos. Escolher como olhamos para nossa vida é um ato profundo de liberdade que temos descartado em troca de propaganda enganosa.

Tanta gente se esquece de viver o que está aí em troca desta mercadoria ordinária chamada de felicidade. Que, como toda mercadoria, tem essência de fumaça. Se tivesse de escolher entre esta felicidade de plástico que vendem por aí e a infelicidade, preferiria ser infeliz. Pelo menos, a infelicidade me faz buscar. E a felicidade absoluta é mortífera, ela mata o tempo presente.

Não tenho nenhum interesse por esta pergunta corriqueira: “Você é feliz?”. Acho uma questão irrelevante. O que me interessa perguntar a mim mesma – e pergunto a todos a quem entrevisto é: “Você deseja?”

Desejar é o contato permanente com o buraco, com a falta, com a impossibilidade de ser completo. Desejar é o que une o homem à sua vida. Une pela falta. Tem mais a ver com um estado permanente de insatisfação. Não a insatisfação que paralisa, aquela causada pela impossibilidade da felicidade absoluta; mas a insatisfação que nos coloca em movimento, carregando tudo o que somos numa busca permanente de sentido. Desejar é estar sempre no caminho, conscientes de que o fim não importa. O fim já está dado, o resto tudo é possibilidade.

No filme de Arnaldo Jabor, as melhores frases são de Noel, avô do personagem principal, vivido pelo enorme Marco Nanini. Numa ocasião ele diz ao neto: “Ninguém é feliz. Com sorte, a gente é alegre”. E completa: “A vida gosta de quem gosta dela”. Achei de uma simplicidade brilhante. É isso, afinal. É claro que há uns poucos momentos de felicidade, mas, como diz Noel em seguida, eles duram no máximo uns 10 minutos e se vão para sempre.

Em vez de ficar perdendo tempo com finais felizes ou se perguntando sobre a felicidade ou invejando a suposta felicidade do vizinho ou se sentindo mal porque não é um personagem de comercial de margarina, vale mais a pena tratar de viver. Tratar de gostar da vida para que ela goste de você.

Aliás, nada me dá mais medo do que gente que vive como se estivesse num comercial de margarina. Se aceitarem um conselho: corram dessas vidas de photoshop. Elas não existem. Gente de verdade vive do jeito possível – e tenta lembrar que o possível não é pouco. Isso não significa se acomodar, pelo contrário. Mas abrir os olhos para a novidade do mundo na soma subtraída de nossos dias, desejar a vida que nos deseja.

É como em outra frase, esta dita por um comprador ambulante de coisas antigas num momento crucial do filme. Um delirante Noel, assustado com a proximidade da morte e disposto a retomar a alegria, sacode na rua o personagem de Emiliano Queiroz, gritando: “Hoje é sábado, hoje é sábado”. E o comprador de coisas que já perderam o sentido diz a frase antológica, digna de um frasista como Nelson Rodrigues: “O sábado é uma ilusão”.

Sim, o sábado é uma ilusão. Então, lembre de viver também de segunda a sexta.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Mulher de áries

"Mulher de Áries?! Hummm....

Não sei. Ainda não consegui decidir se estar apaixonado por uma dessas mulheres é muito bom ou muito ruim. Como sempre, deve ser os dois... O fato é que essas daqui vivem tão bem sem um homem que se torna até constrangedor (pro cara, claro). A sorte é que as arianas tem uma necessidade natural de ter alguém que elas admirem. Acho que nem é essa a palavra. Elas precisam suspirar, perder o fôlego por alguém. Não se empolgue: se não tiver nenhum homem capaz de responder a isso, bem, ela não sentirá tanta falta dele assim. Até porque o que quer que ele saiba fazer, ela faz mais e melhor.

A coisa aqui é uma briga de galo. É ego pra todo lado, masculino e feminino em par de igualdade. Dá até medo de ser cavalheiro com uma ariana.Elas são donas do pedaço, aquele arrasta quarteirão sabe? Tem controle total sobre tudo que diz respeito a ela. São as mais propensas dentre os signos a propor o casamento no lugar do homem. Assusta um pouquinho. Mas ela é a mulher mais mulher do zodíaco, é de se compreender. Ariana tem a ver com força. Nada nela é 'mais ou menos'.

Para que ela te ame, ela precisa que você a orgulhe. Ela exige que você seja o príncipe, vá lá que não tão encantado, mas capaz de inspirar nela seu sentimento próprio de compartilhar o que é dela, de ser gentil e fazer o que estiver ao alcance dela por você. As mulheres de Áries querem ser dominadas por um braço forte, ser pegada de jeito por alguém a altura de sua força. Entretanto, e é interessante perceber isso, a ariana vive um eterno conflito de estar no controle dominando e também de querer ser dominada (Meu Deus, como será o sexo? Fico pensando).

É aquela mulher que é bendita entre os homens. Sabe qual é? Que tem mais amigos homens do que o normal? Pois então. E aí com certeza vai bater aquele ciúme. E ela simplesmente não admite ataque de ciúmes perto dela. Muito embora ela seja uma mulher ex-tre-ma-men-te possessiva, dona das mais incabíveis crises de ciúme. Isso siginifica: "Pode confiar em mim, mas em você eu não confio mes-mo!"

Acho que é tudo uma questão de dever e recompensa. Por exemplo: se você liga inadvertidamente dizendo que vai demorar pra chegar na casa dela por causa disso e daquilo, não se dê nem ao trabalho de chegar alguma hora porque ela vai estar lhe esperando assim como uma panela de óleo quente espera um pastel cru. No entanto, se você está com ela, conversa e a escuta, será recompensado com toda a suavidade que, pasmem, existe aos montes dentro dela.

Arianas são assim, como a chama de um fogo. Se você souber cuidar bem e entender o que tem que fazer, então ela te aquece como uma lareira. Mas se você não lhe der atenção, uma hora apaga. Ou, o que é pior, incendeia. Todo cuidado é pouco."



Resumindo... é pra poucos!!!
#ADORO!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Uma Rainha em Xeque - by Roberto Toledo

"JOGO DE XADREZ – Uma Rainha em Xeque


06 maio 2011 by Roberto Toledo


No jogo da vida muitas vezes assumimos posições e formas que variam de acordo com a necessidade do momento.

Ao sairmos para as descobertas, somos tal qual peões que se põe a frente buscando encontrar caminhos que nos levem a atingir o objetivo, movimentamo-nos determinados a vencer todos os obstáculos, pois sabemos que no final teremos a recompensa da transformação naquilo que tanto sonhávamos.

Sem perceber, estes objetivos vão mudando com o passar do tempo e as exigências cada vez maiores, vão causando em nós verdadeiras metamorfoses obrigando-nos a agir e interagir de maneiras diferentes. Por vezes saltamos obstáculos, outras vezes os mesmos ficam intransponíveis, deixando-nos a mercê da situação trazendo um grande desconforto por não sermos, neste momento, senhores das nossas vontades. Sentimo-nos como um cavalo aprisionado, sem ter pra onde ir, nem pra onde fugir.

Ao longo do caminho percebemos que as nossas experiências vão ficando cada vez mais consistentes e isso nos faz nos abrir para o mundo, passamos então a ajudar indistintamente sem nos precisar das palavras ponderadas e de bom senso, distribuímos aos quatro ventos as nossas mirabolantes teorias de como viver bem e nos esquecemos que nos movemos sobre trilhos que nos conduzem diagonalmente, esquivando-se de seguir o caminho reto, ora num trilho ora noutro, vestimos a túnica dos bispos que se apegam a preceitos e preconceitos, movimentando à margem da vida cercado de parâmetros e padrões muito rígidos que acabam por engessar a mobilidade.

Achamos engraçados os momentos em que nos enclausuramos no alto da torre, o que nos faz olhar a vida numa posição destacada, acima de tudo, achamo-nos superiores. Andamos em linha reta, pra frente e para o lado, saltando grandes distâncias para vencer obstáculos e não nos damos conta de que a nossa rigidez somente nos consome, nos afastando das pessoas e de tudo o que mais gostamos, ficamos num nível tão alto que ninguém consegue nos alcançar. Como isso é chato! Onde queremos chegar com tanta arrogância, com nariz empinado? Isso não leva a nada. O que será que é preciso acontecer para enxergarmos isso? Somos iguais a todo mundo! Podemos estar momentaneamente numa posição de destaque, mas quem sabe o dia de amanhã?

Vale a pena refletir nisso!

Vivemos defendendo um rei que é incapaz de se garantir sozinho. Anda para todos os lados, mas vive perdido, atordoado, com medo de tudo e de todos, pois qualquer descuido pode levar tudo a perder. Todos querem protegê-lo, mas sua fragilidade o obriga a se esconder fazendo com que todos doem suas vidas por ele. Pobre criatura! Detém nas mãos o poder e não consegue vencer os seus próprios medos. Chega a ser uma ironia, do alto de toda a sua realeza, tudo o que consegue é ser mais infeliz do que os seus vassalos, talvez até mais fraco.

Frente a todo este quadro, surge a Rainha. Figura mágica! Dotada de encanto e nobreza nos gestos e atitudes. Está sempre pronta para defender o seu reino com garra e determinação. Caminha para todos os lados percorrendo grandes distâncias na busca e proteger o seu rei, pois neste jogo, um xeque mate seria fatal.

Mas chega o momento em que vemos nossa Rainha em Xeque. A vida não é um jogo de xadrez, apesar de muitas vezes se assemelhar a ele, somos todos peças importantes nesta estrutura onde cada um tem a sua devida importância, lutamos por um ideal e procuramos a todo custo sermos felizes.

Esta é uma conclusão sensata, desde que os recursos que usemos sejam dignos. Toda luta na busca de nos superarmos é bem vinda e salutar, entretanto quero salientar aqui uma figura ímpar, um estereótipo de mulher que qualificamos como Rainha.

Quem é essa figura soberba? Incansável e destemida, capaz de tudo para defender aqueles a quem ama?

- Alguém se arrisca? – pergunto eu.

Não é preciso pensar muito para responder esta pergunta. Somos todos prova viva disso. Esta guerreira que assume várias roupagens ao longo da vida para poder suprir as necessidades daqueles que através do seu ventre vieram ao mundo… MÃE!

Hoje coloco uma Rainha em Xeque!

Ao olhar a vida por outro ângulo, vamos encontrar na figura materna uma mulher, dotada de desejos, sentimentos, e necessidades que também merecem que sejam supridas. Mãe não é sinônimo de escrava, mas tem o singelo pseudônimo de Rainha.

Nos atalhos da vida, vemos que muitas vezes nos esquecemos de reverenciá-la com o devido respeito. Por isso quero lembrar a você, filho, que o seu papel na vida só foi possível porque ela o desejou um dia e viu o seu desejo transformar-se em realidade. Agora é o momento de retribuir este gesto com todo o amor que tem dentro de você.

Não existe presente que pague a extensão de um afago, um carinho, uma palavra de amor. Este é um presente que ninguém é pobre o bastante que não possa dar e nem rico o suficiente para desdenhar, isso vem do coração.

Diga-lhe: - Eu te amo! Obrigado por você existir na minha vida.

Vale lembrar o seguinte: Somos todos imperfeitos, cobrar dos outros aquilo que não somos não faz sentido. Se algo te magoou e fica difícil o convívio, agradeça a Deus em silêncio a oportunidade que ela te deu de viver, talvez isso fique mais confortável, mas não deixe de fazê-lo, deixe em paz seu coração.

Se ela já se foi, lembre-se dela não como alguém que não está mais presente na sua vida, mas sim como alguém que compartilha contigo de cada momento de sua vida, que fica feliz com cada vitória que alcança e te fortalece nos momentos difíceis. Busque na páginas de sua memória, as lembranças felizes que passaram juntos e enderece a ela um pensamento de carinho e gratidão.

Mas se ela está aqui, bem ao alcance de suas mãos, não desperdice a oportunidade que esta tendo, neste instante e viva intensamente tudo o que puder ao seu lado. Amanhã é outro dia, nós vivemos no presente e o presente é agora.

Vamos todos dar um xeque mate a tristeza, ao pesar, ao sofrimento e realçar e valorizar a alegria, a felicidade e o amor que temos dentro do nosso coração e oferecer o que temos de melhor dentro de nós que é o nosso amor incondicional de filhos.

Parabéns a todas vocês que são mães

Feliz dia das Mães!

Dedico esta matéria a minha mãe Dorvalina A. Toledo pela passagem do seu aniversário de 91 anos de idade. Com amor. "

quarta-feira, 27 de abril de 2011

E amanha é sempre um novo dia!!!

A postagem de hoje é resultado de uma insônia ansiolítica sinistra em alto grau após um dia que mesmo meu papis na terapia... foi de grandes risadas..

AHHHH que vontade de gritar, de correr, de chorar, se sumir... cadê o bendito retorno de saturno que viria para equilibrar??? Para equilibrar tem q desorganizar é???? É preciso retroagir???? Virei adolescente...rs

Hj o dia comprovou nitidamente isso... pela manha me peguei confabulando uma historia com uma amiga pra fazer uma ligação usando um outro contato, passando uma adrenalina "retada" pra conseguir dois camarotes open bar pro NANA FEST...rs Sabe qual foi a ultima vez q eu fui no NANA FEST?? Eu tinha 16 anos... há 13 anosssssssssssssssssss atrás... tem base isso??? Tá, tá bom, mudou... hj eu j[a to com meu ingresso na mão... pra garantir né... mas o gostinho de fazer a arte... ahhh esse me fascina!!
Como se não bastasse isso, gastei um interurbano, paguei deslocamento so pra falar pra um amigo lá das bandas do minério que ainda não to comendo minhas unhas pq eu pago carooo para mante-las bem bunitinhas e quadradinhas como estao... um telefonema pra falar que to me corroendo por dentro e fazendo cara de paisagem... Quem mereçe!! Sorte q o amigo me "aturela"!!!
Somo na saga um telefone fruto de uma conversa de bate papo de tempoooos atrás ressurgindo das cinzas me chamando de minha linda... precisa de comentário?
Tempero minha noite com outra amiga me manda uma centena de piada idiota que me faz rir inexplicavelmente, e por mais idiota que possa parecer, ainda eu respondo. Eu ainda respondo. Tem base???

Fala que nao foi um dia adolescente...rs

É, adolescente que fica esperando resultado de vestibular né... contando os segundos... olhando pro cel a cada segundo... imaginando como vai ser a cidade que vai se mudar, o que vai fazer, de quanto em quanto tempo vai voltar pra casa... ahhhh pronto, sou eu mesma???... caraca, cho q vou viver so 56 anos... se a vida eh uma escada de sobe e desce... ja subi tudo ate os 28 e ja to descendo.. voltando a ser adolescente... jaja volto a ser pré! rs  Será???

O melhor disso tudo é q eu to adorando... adorando ser cobiçada no mercado, ter amigos pra me divertir, bjar muito ao som do nana, dar risada do idiota, levar a vida bemmm mais frouxa, ser chamada de linda e me sentir a tal e ter minha unha grrraaannnde e quadradinha... intacta!

Sabe, você que me critica, que só vê os meus defeitos, que não vê o tanto q eu me esforço para ser uma pessoa melhor, que nem imagina o que passa no meu coração, não compartilha dos meus sonhos e nem divide as minhas alegrias e se corroi por dentro a cada passo da minha vida.. te falo q eu estou rezando muiiito por você, para que Deus abre seu coração, jogue as roupas sujas fora e deixe bastante espaço para roupas novas entrarem... que tire essas energias baixas e coloque coisas boas, de brilho revitalizado no lugar. Que faça você olhar pra vc mesmo e começar a ver as coisas boas do mundo... sem as vendas podres de vc mesmo. To rezando... hj, agora e sempre para que eu não incomode tanto com minha alegria adolescente....

E amanha é sempre um novo dia!!!

quarta-feira, 30 de março de 2011

30 de março de 2011 - 29 anos

Foram poucos os meus aniversários longe dos meus pais, longe de casa, longe de Belo Horizonte. Acho que um enquanto morava em Pirapora (festa boaaaaaaa) e um enquanto trabalho de campo do mestrado. É, acho q só... e esse ano aqui estou, a mais de 700km longe de casa, do meu paraíso. Com o coração transbordando de amor. Foram ínumeros telefonemas, mensagens no celular, sem contar as redes sociais... como a tecnologia aproxima e facilita os seres humanos né!!! Mas meu coração não está só repleto de amor por aqueles q aparecem de vez em outra, ou que mandaram mensagem só pro o face ou o orkut avisou. Esse ano percebi que grande parte das minhas muitas presenças tecnológicas de aniversário vierem de gente que ta ali, quase q todos os dias, quase que todas as semanas na minha vida, pessoas que eu sei o q esta acontecendo na vida, pessoas que sabem de mim e pude constatar que a vida não é feita de um só amor como imaginamos por ai... mas sim de vários amores menores que compõe o nosso ser. A seleção natural da vida mostra quem fica e só pode ficar mesmo quem valha a pena! Hj, uma idade ímpar, num ano ímpar, em um dia de tratamento quimioterápico do meu pai, minhas supertições caem por terra, por só ter motivos para agradeçer, para alegrar-me, para sorrir. POR ESTAR FELIZ!
Estranhamente feliz, comigo mesmo, com minha vida, com meus percaustos, com minhas dificuldas, com minhas superações. Estranhamento FELIZ! Em paz e com paz no meu coração!
Só tenho a agradeçer a todos pelo carinho e pela atenção! Agradecer a Deus por tudo, pela minha vida, meus aprendizados, minhas conquistas.
E que venha mais um ano de vida, um ano especial, cheio de gente, de bagunça, de conflitos, de conquistas, de idas e vindas, enfim... cheios de histórias pra me compor!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

“Quando perdoa, você se liberta. Com o perdão, as algemas que te prendiam ao passado se rompem e você passa a respirar aliviado e a caminhar livremente”

O perdão


Tão amplo quanto o universo que habitamos é o universo que habita em nós.
Compreender como se movem nossas energias em nosso universo interior é condição para sermos livres e felizes. A liberdade é o maior bem do qual podemos usufruir na escola da vida, mas jamais seremos livres se não libertarmos certos “conteúdos” deste nosso universo interior…
Energia represada é origem de doença, não raro, depressão. Nossa energia vital deve fluir como fluem os rios e como sopram os ventos. O movimento orquestra e define a vida, água muito tempo parada é sinônimo de água contaminada.
As mais perigosas de todas as “águas contaminadas”, ou seja, os mais perigosos “conteúdos” do nosso universo interior são: a ignorância, o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a raiva e a mágoa.
A raiva e a mágoa são profundamente destrutivas para todos os que lhes dão morada interior. Raiva e mágoa destroem você de dentro para fora, causando danos muitas vezes irrecuperáveis. Raiva e mágoa alimentam-se de si mesmas e, também, do nosso orgulho e vaidade.
Manter a mente e o coração repleto de raiva e mágoa equivale andar pela vida com uma bomba relógio prestes a explodir, é só uma questão de tempo…
Raiva e mágoa são sentimentos ácidos que corroem as nossas possibilidades de felicidade. Felizmente existe um antídoto: o perdão.
Mas não serve qualquer perdão. Somente o perdão autêntico é terapêutico e libertador!
Eu sei que parece estranho, mas, nem todo perdão é benéfico; afinal, nem todo perdão é sincero!
Quando alguém estufa o peito e diz que sofreu uma ofensa, mas perdoou, está na verdade fazendo sua autopromoção, querendo provar a si mesmo e aos outros como ele é especial por ter perdoado… Este perdão não é verdadeiro. Da mesma forma com a pessoa que diz: – Eu perdôo, mas Deus fará “justiça” por mim… Esse perdão, além de não ser verdadeiro, está muito distante da verdadeira compreensão de justiça e da misericórdia de Deus.
O “não-perdão” constitui energia represada, conduz a doenças da alma e do corpo e é a maior causa do sofrimento espontâneo (aquele que nós mesmos buscamos).
Se nos magoamos ou nos sentimos ofendidos quando alguém diz que nós não sabemos amar, ou não sabemos ser amigos de verdade, provavelmente estas pessoas estejam certas!
Não há perdão sincero sem o esquecimento da raiva e da mágoa que lhe deram origem. Esquecer a mágoa e a raiva não significa esquecer o fato! Os fatos, muitas vezes, permanecem na memória e são motivo de aprendizado. Se esquecêssemos todo o mal que alguém nos fez no passado, não aprenderíamos a nos cuidar melhor no futuro.
Devemos esquecer (deixar de sentir) a emoção negativa que toma a forma de raiva, mágoa, ou seja, se perdoamos verdadeiramente, conseguimos lidar com os fatos como algo distante, algo que não nos atinge mais, embora lembremos que eles aconteceram.
Quando as escolas religiosas nos convidam a esquecer os males que nos fizeram, estão nos convidando a deixar de manter o sentimento de raiva e mágoa.
A raiva e a mágoa são sempre destrutivas, mesmo quando não se exteriorizam. Algumas pessoas pensam: – eu tenho mágoa e raiva, mas não me manifesto, não me vingo, então tudo bem…
Não, não está tudo bem. É ótimo que você já tenha vencido os impulsos inferiores de revanche e vingança, mas a raiva e a mágoa que você abriga no seu universo interior continuam corrosivas. Elas vão continuar agredindo você por dentro. Perdoe!
Não pense que você está fazendo algo maravilhoso pelo outro ao perdoá-lo. Se o perdão é importante para o outro, é ainda mais importante para você! Quando perdoa, você se liberta. Com o perdão, as algemas que te prendiam ao passado se rompem e você passa a respirar aliviado e a caminhar livremente.
Não há relacionamento sincero sem aceitação. Para perdoar é preciso aceitar. Aceitar não significa concordar, significa compreender!
Para perdoar precisamos compreender a nós mesmos e aos outros. Se não nos dedicamos a compreender o outro, estamos esquecendo que se estivéssemos em seu lugar, talvez fizéssemos coisa igual ou pior. E, mesmo que não cometêssemos o mesmo erro, isso se deveria apenas ao fato de já termos aprendido uma lição que ele ainda não aprendeu. Se aprendemos a lição é porque já passamos por ela, ou seja, já erramos muitas vezes. Se não sentimos pelo outro a mesma compreensão que sentimos em nossa própria defesa, então, nosso perdão não existe, ele é pura vaidade.
Se alguém errou com você, ainda que gravemente, não perca tempo e saúde do corpo e da alma alimentando a raiva e a mágoa, elas te mantêm aprisionado ao passado. Perdoe e siga. Perdoar é inteligente e humano. Perdoar é libertar primeiro a si mesmo, depois ao outro.

Mahatma Ghandi e o perdão
Entre os inúmeros exemplos de perdão oferecidos pela História, vale lembrar de um precioso exemplo. Certa vez perguntaram a Mahatma Ghandi se ele perdoava com muita frequência, ao que ele respondeu: “Não, ninguém nunca me ofendeu”.
Você só precisa perdoar quando se magoa ou se sente ofendido. Quando vencer estas situações perceberá que não há mais necessidade tão frequente de perdão.
Aprendendo a não sentir magoa e a não se sentir ofendido com tanta frequência, você precisará perdoar menos, e isso equivale a ter aprendido a verdadeira humildade.
Se o amor é a porta da felicidade, o perdão é a única chave que pode abrir esta porta, quando fechada!
Perdoe e siga adiante…
Carlos Hilsdorf

Considerado pelo mercado empresarial um dos 10 melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero (VEJA, “Guia de Carreira”, Ed. 1832). Referência nacional em desenvolvimento humano.
Para maiores informações, visite: www.carloshilsdorf.com.br
TWITTER: @carloshilsdorf

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A dificil arte de se integrar nas mudanças!!!

Pois é...
Estou aqui cheia de borboletas no estômago, olhando profundamente para minhas unhas que estão gigantes e quem sabe uma ruída ajudavaaaaaaaaa a ameninzar!!! Olho na tela, olho no relógio e ainda nem são 16h da segunda-feira!
Deus escreve certo em linhas tortas.. isso é fato! A questão é até que você consiga ler isso tudo... ou até mesmo até isso tudo acontecer... haja coração!


Vai um texto... para tentar!!!


A ARTE DE NÃO ADOECER

Se não quiser adoecer, tome decisão. A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso renunciar, saber perder vantagens e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas gástricas e problemas na pele.

Se não quiser adoecer, busque soluções. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração e o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer, fale de seus sentimentos. Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo, a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer, não viva de aparências. Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão de que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho, etc,; está sempre acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, hospital, a dor.

Se não quiser adoecer, aceite-se. A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer, confie. Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras.
Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé.

Se não quiser adoecer, não viva sempre triste. O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. O bom humor nos salva das mãos do doutor. Alegria é saúde e terapia.

Drauzio Varella

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Já dizia a frase: DECEPÇÃO NÃO MATA, MAS ENSINA A VIVER!!!!

É, pra você que está acostumado a ler as minhas postagens, meus momentos de desvaneio, minhas cópias íntegras de textos especiais pode estar achando pesado o título desta postagem.
DECEPÇÃO: desengano, desilusão, engano. Ou seja, uma expectativa que você cria pra X e acontece Y. Quando a expectativa envolve uma outra pessoa, o mal de ser humano é condena-la, dize-la ser a culpada do sentimento negativo.   E a prática não deveria ser assim... procuro não ser assim e mais uma vez não está sendo, mas o sentimento não é de alegria.
Aconteceu ontem, domingo. Você tem anos e mais anos de amizade, poe sua mão no fogo que a pessoa te conheçe, sabe qual é a sua índole, sabe de todo o seu crescimento enquanto ser humano, enquanto pessoa, tem certeza que essa pessoa sabe também das suas fragilidades, dos seus defeitos, da sua luta, enfim, te conheçe muito e quando você menos espera, você toma uma lambada de perder o rumo.
Acredito que comentários maldosos e preconceituosos saiam constantemente de nossas bocas se não nos policiarmos e é isso que eu faço o tempo todo. Sou passível de erros e mesmo em constante vigilia, um ou outro escapa. E domingo, aconteceu, passou, saiu sem querer, sem menor intenção, sem nenhuma maldade. Até aí tudo bem, Deus sabe o meu esforço e minha luta pra não cair nessas energias e creio, fielmente que não há condenação feia neste caso, primeiro pq não foi intencional e segundo, pq eu me esforço, sei dessas fragilidades e me cuido. E mesmo se houvesse, concordaria com a punição divina. Mas daí uma pessoa q você estima, que te conhece, atirar todas as pedras, emburrar, fazer joguinho, picuinha e ir embora não pode ser visto como algo normal, não por mim.
E é aí que me gerou a grande decepção do final de semana. Julgar que alguem que você ama muito, que você acha que jamais iria te condenar por um motivo tão vulnerável, tão errado é criar uma expectativa grande, do mesmo tamanho da decepção.
Mas isso passa... como um dia de sol após um nublado... passa! E o que fica é o aprendizado de não acharmos que os outros agem com agente como agimos com os outros. Ensinamento pra essa semana!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Um MEIO ou uma DESCULPA?

Um MEIO ou uma DESCULPA?




Por Roberto Shinyashiki





Não conheço ninguém que conseguiu realizar um sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído á noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare a maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem á frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol á beira da piscina.

A realização de um sonho depende da dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores, pois...

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.

Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

SAWABONA - SHIKOBA

Sawabona Shikoba

:: Flávio Gikovate ::

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer "EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é "ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ".

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O ano que veio

"O ano que veio

Se foi, será que levou o que dantes não pedi?
Será que me trará o novo, o meu desejo não declarado?
Certamente a norma geral do contrario, não permitiria
Tão fácil a felicidade, ainda quando não se grita em
Brados altos o desejo, que sua alma anseia
Então o balanceamento do destino não será
Tão justo quanto se informa os ditos cotidianos
Mas mesmo que não se declare
O por vir será aceito e ao poucos normalizados
Como se este fosse o desejo de toda uma existência
E as emoções de um conjunto dado, num período limitado
São facilmente trocados pelo presente de "grego"
Que o destino lhe traz
Diria então os próximos que os poderes das
Palavras tomam o poder
Se assim o é deve-se encher os pulmões
E se dizer em tom audível e em nível bem graduado
O que do coração se transborda
Mesmo que se de indiscrição ou de oculto
Desejar, pois se as coisas que se fazem desejar
Devem se concretizar, porque sonhos são perecíveis
E as tarefas diárias obstruem suas mais firmes convicções
Então a realidade se não for dita
Perece, neste inicio de limitado período
Faz-se necessário bradar em altos ditos
Que é verdade, que seus sonhos são estes que se seguem..............."