"O ano que veio
Se foi, será que levou o que dantes não pedi?
Será que me trará o novo, o meu desejo não declarado?
Certamente a norma geral do contrario, não permitiria
Tão fácil a felicidade, ainda quando não se grita em
Brados altos o desejo, que sua alma anseia
Então o balanceamento do destino não será
Tão justo quanto se informa os ditos cotidianos
Mas mesmo que não se declare
O por vir será aceito e ao poucos normalizados
Como se este fosse o desejo de toda uma existência
E as emoções de um conjunto dado, num período limitado
São facilmente trocados pelo presente de "grego"
Que o destino lhe traz
Diria então os próximos que os poderes das
Palavras tomam o poder
Se assim o é deve-se encher os pulmões
E se dizer em tom audível e em nível bem graduado
O que do coração se transborda
Mesmo que se de indiscrição ou de oculto
Desejar, pois se as coisas que se fazem desejar
Devem se concretizar, porque sonhos são perecíveis
E as tarefas diárias obstruem suas mais firmes convicções
Então a realidade se não for dita
Perece, neste inicio de limitado período
Faz-se necessário bradar em altos ditos
Que é verdade, que seus sonhos são estes que se seguem..............."
Nenhum comentário:
Postar um comentário